Contos Eróticos

Contos Eróticos - travecus

SISSY PATRÍCIA ADORA FANTASIAR QUE TEM BUCETA

A sissy havia completado 20 aninhos. O seu corpo sempre teve traços femininos desde menino. Ancas largas arredondadas, pouca barba, bumbum redondinho, coxas grossas, tronco delgado com graciosos peitinhos. Foi um longo e doloroso processo para assumir-se como fêmea, enfrentando preconceitos na família e na sociedade. Mas agora já estava mais à vontade como maricas. Até o seu pai, um machão das antigas, já havia reconsiderado sua posição radical. Não havia outro jeito. Era aceitar o (a) filho (a) assim como Deus o fez ou perdê-lo para o mundo imundo. Como, acima de todos os seus valores machistas, era um cara muito afetivo, optou pela aceitação.

Bom, as coisas estavam mais tranquilas para o garoto moça. Ainda morava com pai e mãe, mas se sentia livre para dar as suas voltas pela cidade nos locais frequentados por gays, transgêneros, povo LGBT em geral. Numa dessas saídas conheceu um homem maduro bissexual. Dançaram de rosto coladinho e a química rolou tanto em cima quanto embaixo. Os paus duros roçavam um no outro, os peitos se apertavam, corações pulavam e os rostos se esfregavam. Rolaram beijos deliciosos e demorados. As línguas se entre devoravam. O macho era casado com mulher e estava louco pra curtir algo diferente, como comer um veadinho, por exemplo.

Falou no ouvido da bichinha:
– Quero te lamber todinha, o pauzinho, os peitinhos, a bundinha, tudo, safadinha.
– Ai, não fala assim, tesão; você está me deixando bem louquinha.
– Quero meter todo o meu pau na tua boca, bater com ele na tua bundinha antes de enfiar no teu cuzinho safado.
– Ui, fiquei toda arrepiada de tesão. Quero sentir todo este mastro na minha boquinha, lamber tuas bolas e ser penetrada com muita sacanagem.
– Então, amor, vamos sair já daqui e irmos para um motel. Na cama você sentirá toda a dureza e gostosura da minha rola.

No motel o sexo rolou muito louco, parece que foram feitos um para o outro. Muito beijo de língua e boquete. Patrícia (nome fictício da sissy), tinha um pauzinho pequeno que era um amor. Claudio tinha um pauzão, uns 18 cm, mas com um diâmetro avantajado. Rola daqui e dali, língua por tudo que é canto, os dois já pelados, começaram a roçar os paus. Uma delícia, adoro esta prática. Enquanto se roçavam iam falando sacanagens um no ouvido do outro. “Macho gostoso, isso, roça esta pica gostosa na minha “bucetinha”. Patrícia adorava o seu pauzinho, mas gostava de fantasiar na hora da foda que tinha uma buceta. O machão entrou na onda: “Safada, putinha, quero lamber a tua buceta todinha e depois meter o pau nela até o fundo.” Patrícia deu gritinhos de tesão: “Lindo, você me deixou toda molhadinha…”

Claudio chupou o saco de Patrícia como se fossem os grandes lábios; chupou o pintinho de Patrícia como se fosse o grelo. Botou todo o pauzinho na boca, se deliciou todo lambendo muito.
– Agora eu quero penetrar tua buceta. Fica de quatro, vadia!
Disse Claudio com ares de macho dominador, juntando às palavras um sonoro e gostoso tapa na bunda da sissy.
Imediatamente Patrícia obedeceu. Adorava ser submissa aos daddies.
– Vem, amor! Sou todinha tua. Usa e abusa do meu corpo!

Claudio colocou a camisinha, passou gel no cuzinho da tgata e foi introduzindo a tora. Botou a cabeça, forçou mais um pouco, a putinha deu um grito de dor.
– Ai, bota devagarinho, paizinho, senão a tua cdzinha não aguenta.

Claudio achou por bem seguir o conselho. Foi botando devagarinho. Botava um pouquinho e tirava, para que os esfíncteres fossem dilatando. Assim, devagarinho, com carinho e palavras meigas no ouvido da sua sissy vadia, se introduziu por inteiro na bunda gostosa. Aí foi só bombar, foder aquele rabo maravilhoso. Comeu ela por trás, e depois pela frente. Patrícia abriu bem as pernas. Gostava de dar de frente, pois aí a sua fantasia de dar a buceta rolava muito mais solta. Rebolou muito no pau grosso. O seu cu/buceta já estava dolorido de tanto levar caralho, mas ela queria mais, tamanho era o seu tesão. Claudio estava retardando o gozo já fazia uma meia hora, até que, não aguentando mais, anunciou que ia gozar.

– Ai, meu macho, goza na minha boquinha, quero sentir o gosto do teu leitinho! Me dá leitinho, dá!
Claudio tirou do rabo da puta, sacou a camisinha, e meteu a pica na boca da sissy. Gozou lá dentro da boca. Era muita porra, Patrícia quase se afogou. A porra se derramou pela boca e pela cara da boneca, mas ela engoliu o quanto pode. Saboreou até a última gota do gozo do seu macho. Sabia, pelo gosto da porra, que aquele homem ia ser o seu homem por muito e muito tempo. Ia ser o seu daddy. É claro que isso não exluía outros machos que quisessem comê-la, mas aquele macho seria sempre o mais especial de todos, na sua vida e na sua bundinha.

Autor: Pitágoras da Silva (em 02/09/2016)

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PERDENDO O CABAÇO ANAL PARA A KELLEN

Hoje eu estou maravilhosa. Ui, como eu estou safada, muito puta! Mas não puta da cara, viu gente? Eu estou é puta da bunda mesmo. Meu deus, como eu quero dar a bundinha e chupar muito caralho. Normalmente eu não sou promíscua, mas tem uns dias que me bate uma certa promiscuidade… (aff) que chega arder a minha buceta. Olha, pra você que está chegando aqui pela primeira vez, meu amor, eu não sou mulher, sou uma tgata bem dotada, mas adoro fantasiar que tenho buceta. Só fantasiar, porque eu adoro a minha rola, adoro ter rola. Às vezes, quando estou fodendo com um homem lindo, adoro falar quando ele está bem louco metendo no meu cuzinho: “mete, amor, fode a buceta da tua mulherzinha”! Ui, me dá um tesão louco inexplicável.

Então, bucetas à parte, hoje eu quero pica; mas muita pica mesmo. Minha bundinha está toda faceirinha, louquinha pra ser agarrada, beijada, manuseada, massageada, usada e lambuzada de porra. E não é que hoje é o meu dia de sorte? Estou saindo do meu prédio, domingo à tarde, para passear no parque. Visto um traje esportivo que realça as minhas ancas, minhas coxas, minha bunda e meus peitos. Caminho alguns metros pela calçada e cruzo com um senhor duns cinquenta e poucos anos de idade. Olhamos um para o outro e bateu a química. Foi tesão à primeira vista. Ele parou e me abordou; de uma maneira safada e educada. Adoro essa combinação de safadeza e delicadeza. Detesto pessoas vulgares.

Conversamos por uns três minutos, o suficiente para ele me convencer a ir ao seu apartamento. Ele era casado, mas a mulher havia viajado. Para não chamar muito a atenção, combinamos que ele iria na frente e falaria com o porteiro para me deixar passar. Assim foi feito. Quando entrei no seu apartamento, ele me aguardava vestido de camisola e calcinha. Havia emprestado da esposa, é claro. Ok, topo qualquer parada, sinto prazer de todas as formas possíveis. Entrei na fantasia do senhor aspirante a sissy. Fui ao banheiro fazer a higiene íntima. Quando voltei, só de roupa íntima, ele me aguardava no quarto, muito nervoso. Fiz uns carinhos nele, o que valeu para acalmá-lo e deixá-lo cada vez mais excitado.

Éramos duas mulherzinhas nos acariciando, conhecendo cada palma dos nossos corpos de machos com almas de fêmeas. O seu toque era agradável, senti tesão logo de cara. Estávamos muito excitadas. Nos beijamos demoradamente. Que língua safada ele tinha! A sua língua lambeu todos os meus seios fartos. Lambeu minha barriga e acariciou o meu caralho de cima abaixo. Esfregamos os nossos corpos com as macias lingeries. O pau dele era curto, grosso e cabeçudo. Estava meio duro. Fui aproximando o rosto e abocanhei a lindeza. Adoro chupar a pica quando está meio dura, meio mole. É uma delícia fazê-la endurecer na boca. Coloquei todo o pau dele na boca e mamei bastante. Ele gemia com muito tesão.

Ele também chupou o meu pau, meio sem jeito. Disse-me que nunca havia pago boquete. Nem a buceta da esposa dele… fazia muito tempo que não chupava. A mulher havia se fechado em copas, não queria mais saber de sexo; virou beata. Porém, o coitado estava num fogo só. E fogo no rabo, pois virou a bundinha para mim e implorou para que eu a penetrasse. Tive dó do pobre homem; não me fiz de rogada. O meu pau estava duro como ferro. Tive muito jeito porque, afinal, era a sua primeira vez. O marido insatisfeito estava prestes a perder o cabaço anal para a minha rola. Botei a camisinha, peguei o gel lubrificante da minha bolsa (ando sempre prevenida) e passei no cuzinho do macho. Primeiro esfreguei lentamente a cabeça do pau. Introduzi a cabeça; só a cabeça. Fiquei brincando de penetrar só a cabecinha. Quando senti que ele relaxou as pregas anais, botei um pouco mais. Ele deu um gemido de dor. Parei. O meu caralho é grosso, tem que ir com calma. Devagarinho fui penetrando, ele relaxando cada vez mais, até que os meus 20 cm estavam todos dentro dele. Daí em diante foi só festa. Comi ele de quatro e o comi também de frente.

Foram uns 20 minutos de foda. Ele se arregaçou todo. Durante a transa me dizia que éramos duas putinhas se comendo. Ele gozou antes de mim. O seu pau jorrou muita porra na minha mão enquanto eu o penetrava de frente. Eu estava muito excitada. Gozei um pouco depois. Tirei o pau do rabo dele, me livrei da camisinha, e lancei um jato de leitinho quentinho no seu peito peludo. Ele espalhou a porra com a mão por todo o peito. Ainda quis lamber o meu caralho gozado. Safadão, estava iniciado. Agora já era uma sissy crossdresser bichinha. Veja só a ironia da vida: Eu que estava louca para dar a bundinha, acabei comendo uma bundinha virgem e iniciando um macho nos mistérios das fêmeas cadelas. Uhuuu, estou realizada. Bye bye, lindos! Até a próxima!

Autora: Kellen Kern Pinto (em 23/06/2016)
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EU SOU KELLEN, A DIVA TRAVESTI

Eu sou Kellen, a diva travesti que adora brincar, se divertir, amar, foder… Hummmm, que delícia que é foder. Foder de todas as maneiras, com todas as pessoas interessantes possíveis. Pode ser com homem macho, gay, bichinhas, sissies, crossdressers, travestis, e até mulheres. Não nego fogo não, meu amor! Adoro caralhos, sacos, porra então, sou taraaaada. Amo um peito peludo de macho. Mas um peito lisinho de uma bichinha também tem o seu valor. Adoro ser agarrada com força, assim como adoro ser acariciada com leveza. Adoro brincar devagarinho, mas também amo quando o macho mete forte no meu cuzinho me fazendo subir pelas paredes de tesão. Ai, que delícia que é ter o rabo preenchido por uma pica dura e bem resolvida. Sim, porque a pior coisa é macho indeciso. O cara está louco pra foder com uma bicha; comer o cuzinho dela ou dar o cuzinho pra ela. O que tem de homem casado (com mulher) louco pra dar uma escapada com uma boneca, querido… Você imagina? Mas tem muito homem que quer, mas, na hora H fica com medo de ser descoberto, com culpa, sei lá! São uns frouxos.

Às vezes me dá um ódio! Mas logo passa, acabo me divertindo muito com tudo isso. Não sou de guardar rancor, sou leve como uma pluma. Sou garota (boneca) de programa, você sabe, né? Então, conheço um bocado de gente boa que me procura pra curtir algo diferente; digamos… curtir uma mulher que tem um pau de carne e osso, aliás, de nervo. Um corpo de mulher com uma pica de macho. O que, a minha pica? Você quer saber como é a minha pica? Olha, adoooro ela. Amo minha pica. Sem a minha pica eu não seria ninguém. Nem poderia ter outras picas. A minha pica é assim… tortinha pro lado direito, é grossa com 20 cm de comprimento. Sou potente, viu? Meu pau fica duro bem rápido. Os homens adoram chupar o meu pau. Alguns querem lamber o meu saco. Eu curto muito. Meu saco é grande. Quando fico de quatro – e adoro ficar – fica aquela mala pendurada. Pareço um touro, sabe como é que é? Mas só pareço, meu bem, porque, na verdade, eu sou uma vaca; uma vaca vadia, cadela, muito puta.

Adoro gemer e falar sacanagens quando estou sendo enrabada. Adoro homem bem sacana que me chama de tudo, de puta, de cadela, de vadia, de galinha… até de santa, ui, por que não? Me dá um tesããããoooo… Ou aqueles homens meio sádicos que batem na minha bundinha, na minha cara, enquanto estão socando a rola no meu rabo. Ai, adooorooo… Mas também curto uma bucetinha, sabia? Digamos, em primeiro lugar quero caralho, mas, de vez em quando – pra tirar o azar rsrs – uma buceta vem em boa hora. Adoro comer a mulher fantasiando que também sou mulher. É como se fossem duas bucetas se roçando. A única diferença é que o meu grelo é bem grandinho… haha. Às vezes sou também meio sádica com as mulheres. Adoro enfiar os meus 20 cm no cu delas; gozar na bunda e na cara das vacas. Adoro ver a boca das vadias escorrendo a porra da minha pica. Enfim, é isso, meus amores. Vou ficando por aqui porque tenho um programa marcado para daqui 10 minutos. É um velho cliente e amigo. Mmmmmm, pirocuuuudo, uma delícia de cacete! Meu cuzinho apertado vai ficar todo rasgado, tadinho! Beijos, amados, até mais… Bye!!!

Autora: Kellen Kern Pinto

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KELLEN KERN PINTO, A MAIS FRESCA CONTRATADA DO TRAVECUS

Temos a honra de apresentar aos queridos (as) seguidores (as) e visitantes do blog TRAVECUS a nossa mais nova e fresca contratada (é só na fantasia, viu, gente?): A bela, gostosa, boazuda, coxuda, rabuda e pauzuda transexual Kellen Kern Pinto; no auge dos seus 28 “anus”, muito bem vividos, fodidos, amados, comidos, saboreados, chupados, lambidos, gozados, lambuzados de muito leitinho de pica. Boneca safada, linda de morrer e, principalmente de viver, é esta Kellen Kern Pinto. O seu corpo todo transpira vadiagem e sacanagem. Ela gosta muito da fruta, e como gosta! A fruta aquela… com formato fálico, sabe como é que é, né? Ela ama caralhos de todos os tipos, diâmetros e comprimentos – como o seu próprio sobrenome já indica. Até dos menorzinhos, mas não muito pequenos, ela também gosta. Muito, muito pequeno também não; aí não faz nem cócegas nas suas profundezas anais. Digamos que, dos 13 cm pra fora, já está valendo. E os grandões, então? Minha nossa! Esses fazem muitas e demasiadas cócegas, além de rasgar e alargar o seu já tão arrombado rabo de tantas fodas com homens bem dotados. Essa Kellen Kern Pinto, ui, me arrepio todo (eu, Pitágoras da Silva) só de imaginá-la numa minúscula calcinha vermelha enfiada naquele bundão do caralho se rolando numa cama – ou até na grama – transpirando sexo e desejo. Eu, Pitágoras, um homem cosmopolita e amante da filosofia, garanto que faria de tudo com essa ladyboy sedutora. Chuparia todinha: cu, pau, peitos, todo o seu corpão maravilhoso. E até faria troca troca sem problema nenhum.

Neste momento entra Tibúrcio do Trabuco Curto, no seu jeitão de homem do interior, macho pra caralho. “Mas eu papo na hora essa putinha gostosa. Só quero ela de quatro, de frente não. Afinal, sou muito macho.” Agora, cá pra nós. Tibúrcio, de vez em quando, dá umas resvaladas. Em algumas transas de muita empolgação, Tibúrcio não se aguenta e agarra a fruta das bonecas. Até aí, tudo bem, ele até assume porque ninguém é de ferro; mas, cair de boca na fruta, não; de jeito nenhum. O fato é que, nós – Pitágoras e Tibúrcio – estamos muito contentes com a chegada da Kellen. Shemale linda, jovem, simpática, cheirosa, tudo de bom… chega trazendo um novo tesão ao nosso ambiente de trabalho e diversão. Será mais uma escritora a relatar nos contos as aventuras e travessuras de cus travessos e picas taradas de travecos putos e bonecas vadias. Afinal, uma transex escrevendo contos eróticos é diferente de um macho. Ela colocará no conto toda a sua vivência e experiência de fêmea com aquele algo mais.

Fiquem de olho no blog TRAVECUS, queridos (as) amigos (as)! O próximo conto já será de autoria da nosa Kellen Kern Pinto. Estamos muito curiosos sobre as fodas que ela irá descrever. A boneca da foto (retirada da internet) foi escolhida por nós como a que mais encarna a personagem da nossa fantasia. Aproveitamos para convidar as transexuais que seguem o blog, se quiserem participar dessa brincadeira, a nos enviarem as suas fotos. Escolheremos aquela que melhor corresponda à personagem aqui criada. Como retribuição e agradecimento, disponibilizaremos uma página, aqui no blog,  para que a ganhadora faça a publicidade dos seus programas. Com certeza choverão clientes para desfrutarem de todos os prazeres que “Kellen” poderá oferecer. Usem o formulário (no final desta página) de contato para conversarem com a gente. À vossa disposição. Beijokas safadas da Kellen!!

Tibúrcio e Pitágoras – Fodão Travecus

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Suruba quente de casal com três travestis - travecus

SURUBA QUENTE DE CASAL COM TRÊS TRAVESTIS

Naquela tarde chuvosa, finalmente, Artur e Salete (casados, com idade de quarenta e poucos anos) iriam realizar a fantasia que, até então, animara muitas fodas entre eles. Nas suas trepadas, o que mais apimentava o tesão era imaginarem três travestis lindas, com lingeries sexies e caralhos grossos fazendo as mais loucas sacanagens. Na maioria das vezes, essas fantasias povoam mais o imaginário masculino, mas, no caso do casal era diferente. Salete também curtia muito imaginar-se transando com travestis. Era uma coisa de louco quando pensava nisso. O seu sangue fervia, a sua energia se ampliava, o coração batia mais forte e o grelo… ah, o grelo, esse ficava bem durinho, louquinho para ser lambido e chupado. Artur já havia tido umas duas experiências rápidas com as bonecas. Fora na rua, à noite, com trans garotas de programa. As duas dentro do carro. Conseguiu penetrar uma delas, porém, a ejaculação veio rápida demais, uns dois minutos e já havia gozado, devido à tensão e ao medo por estar na rua à noite. Com a outra, noutra ocasião, quis ser penetrado, mas o pau da vadia era muito grosso, doeu muito para entrar e acabou não entrando, deixando Artur muito frustrado.

Haviam escolhido cuidadosamente três bonecas lindas, num site de travestis de programa. Duas morenas e uma loira. E lá se foram eles cheios de expectativa e com o tesão à flor da pele. Chegando ao motel, as três já os aguardavam na suíte. Eram lindas e gostosas em exuberantes lingeries e maquiadas como damas. A química ocorreu naturalmente e, ocorridas as apresentações de praxe e o desejo expresso do casal de deixar as coisas simplesmente acontecerem, os cinco já começaram a se pegar, se bolinar e se beijar. Uma delas, morena coxuda chamada Suelen, beijava Salete na boca e encostava o seu pinto já duro nas suas coxas. Salete já estava só de calcinha, enquanto que Márcia, uma loira esguia, baixava delicadamente a sua calcinha e beijava e lambia a sua bunda gostosa. Salete vibrava de tesão, sua buceta já estava molhada, e não demorou muito para agarrar o pau curto e grosso de Suelen que já saltava para fora da calcinha da bicha.

Suruba quente de casal com três travestis - travecus

E Artur? Bem, Artur, de há muito tempo tinha o desejo de dar o cuzinho. Havia comprado consolos e se masturbava com diversos diâmetros para treinar o esfíncter anal a fim de, no momento de dar para um caralho de verdade, não sentir tanta dor e facilitar a penetração. Estava agarrado com Samanta, uma boneca morena de camisola vermelha, um tipo mignon tesão de trans gatinha. Ou melhor, Samanta agarrava Artur por trás, encostando nele o seu caralho duro e pegando nas suas bolas. Artur delirava de tesão, olhando para Salete sendo chupada pelas duas bonecas e sendo encoxado por Samanta. Artur agarrou o pau de Samanta estufando a minúscula calcinha preta e, num impulso, caiu de boca na gostosura. Samanta tinha um pau fino e comprido. Artur vibrou, pois não iria doer tanto quando ela o penetrasse. O pau duro como pedra já estava para fora da calcinha; Artur beijava e lambia a cabecinha, chupava delicadamente, fazia um movimento mais frenético, tentou engolir tudo, mas o pau era comprido, só abocanhou um pouco mais da metade.

A suruba começou a esquentar com os cinco se roçando, se chupando e se pegando. Artur já estava dando o cu para Samanta. Ela foi delicada com ele, botou primeiro a cabecinha até o seu esfíncter anal acostumar. Depois foi enfiando devagarinho fazendo Artur se deliciar todo com aquela gostosura dentro do seu rabo. Salete estava de pernas abertas recebendo na sua buceta de vadia a vara grossa e viril de Márcia; rebolava na pica e agarrava os peitões da trans picuda e peituda. A boca de Salete era ocupada ora pela rola de Suelen ora pela boca de Artur. Artur curtia o “desvirginamento” anal e beijava a boca de Salete com o pau de Suelen junto. O caralho duro de Suelen entrava na boca de Salete e na boca de Artur. Um tesão, uma maravilha, uma gostosura, todo mundo se chupando e se comendo. Eram gemidos e gritos das bichas, do macho e da fêmea. A orgia durou cerca de 1 hora e meia. Salete já havia dado pras três bonecas. Artur deu pra Samanta e chupou o pau das três gostosas. Todo mundo chupou Artur. Salete, com a buceta inchada de tanto dar e ser chupada, já havia gozado três vezes. Até que, o “gran finale”. Artur, Márcia, Suelen e Samanta não aguentando mais segurar tanta porra gozaram, os quatro, quase juntos, sobre o corpo gostoso e satisfeito de Salete. Foi um banho de porra sensacional. Artur não quis desperdiçar tamanha oportunidade e lambeu o que pode da porra no corpo da esposa, finalizando num super delicioso beijo na boca com gosto de buceta, de caralho e de leitinho gostoso das bonecas vadias e fodedoras.

Autor: Pitágoras da Silva

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RENATO LIBERTANDO A CROSSDRESSER

Renato era um homem temente a Deus. Tinha família, esposa, filhos, tudo direitinho, um escritório de contabilidade ao qual dedicava muito do seu tempo. Era viciado em trabalho, barrigudo, gostava de guloseimas, batatas fritas, essas coisas… Seu tempo era ocupado com o trabalho, com a igreja de “Jesus Ressuscitado No Quarto Dia” – onde dava o dízimo sem falhar nenhum mês – e com as visitas aos lares dos irmãos de crença e de fé, junto com a esposa. Renato era um cara exemplar, próspero financeiramente e com a sua cadeira no céu já garantida. Mas Renato tinha um probleminha que só ele sabia. Volta e meia era acometido pela fantasia de usar roupas de mulher. Desde a adolescência tinha esses sonhos estranhos. No entanto, ele era um homem de fé e temente a Deus. Mantinha-se impávido na sua convicção de macho. Porém, nem tanto… Às vezes, quando ficava sozinho em casa, experimentava calcinhas e sutiãs da sua mulher. Sentia-se uma dama e uma vadia, e delirava pensando em homens que lhe arrancavam a calcinha e o sutiã e comiam a sua bunda fogosa. Até comprou um consolo e gel lubrificante para meter no cu. Entretanto, tudo isso lhe deixava muito culpado e pecador. E com um medo terrível de que sua mulher achasse o consolo com o qual brincava e se divertia em segredo.

Com o passar dos anos o fogo no seu ânus ia aumentando. Será que iria morrer sem sentir um caralho duro arrombando o seu rabinho? Ficava muito dividido – pois era muito temente a Deus – entre a cadeira no céu (já não tão garantida assim) e a tentação do demo que lhe puxava para a luxúria. Assim, não aguentando mais tanto tesão reprimido, resolveu procurar um massagista que prometia “algo mais” no seu atendimento. Deixou o medo de lado e lá se foi, com o cu piscando e o coração pulando no peito, para a massagem, no dia e horário marcados. Tinha comprado uma calcinha vermelha para esse evento. Chegando ao espaço da massagem, tirou a roupa, ficou só de calcinha e deitou-se na maca. O massagista, experiente, sentiu a malícia, e concentrou os esforços na bundinha redondinha de Renato. Toca daqui, toca dali, Renato sentia arrepios com as mãos safadas do massagista. Até que, não aguentando mais, levou a mão e agarrou o pau duro do massagista. Gemia de tesão agarrado na maravilha do caralho. O massagista libertou o pau da calça. Renato caiu de boquete e adorou. O massagista perguntou se ele queria sentir toda aquela gostosura no cuzinho. Renato gemeu, mexeu a bundinha e disse: “quero tudo, quero me sentir mulher nos teus braços.”

O massagista, então, tirou a calcinha da vadia, botou a camisinha, passou lubrificante no pau e foi metendo devagarinho, primeiro a cabecinha; ficou brincando, uns segundos, só metendo e tirando a cabecinha que, por sinal, era uma cabeçorra. O massagista era bem dotado, mas Renato já tinha treinado com o consolo. Foi relaxando as pregas do cu, relaxando… e o pauzão foi deslizando para dentro. Apesar da dor, estava uma delícia. Após as primeiras estocadas, o cu foi relaxando mais, e aí era só prazer. Renato rebolava a bunda se sentindo uma fêmea no cio. “Me fode, meu macho, quero ser a tua puta”. “Mete, gostosão, mete paizinho, mete tudo no rabo da mãezinha”. E por aí afora… Renato deu muito. O massagista fodia gostoso e tinha um pau grosso e duro. Renato já estava cansado – ou cansada – de tanto dar o cuzinho. Ele já estava doendo, coitadinho… Pediu pro massagista tirar e gozar na sua cara. O macho tirou do cu e gozou muita porra na cara de Renato que, batendo punheta, gozou como uma puta cadela vadia, lambendo a porra quentinha e deliciosa do massagista. Enfim, Renato se sentiu mulher, uma verdadeira crossdresser. A vida tinha, a partir daquele momento, um novo sabor. Sabor de caralho, de porra, sabor de pecado. Como era gostoso pecar!

Autor: Tibúrcio do Trabuco Curto

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SONHO DE FELICIDADE

Olha só o ar de felicidade desta safadinha! O negócio dela é sentir uma rola bem grossa e dura no cu que o resto é o resto. O seu cu já foi um cuzinho uma vez. Era apertadinho que só entrava um dedinho quando, no banho, ainda um garotinho, ela enfiava o dedo médio com sabonete e sentia calafrios de tesão percorrendo o seu corpinho. Ficava então imaginando como seria um pau de verdade, de carne e nervo, entrando e saindo do seu ânus ainda virgem com todas as suas preguinhas ainda intactas. Minha nossa! Como aquele garotinho tinha desejos de ser uma garotinha e, futuramente, uma mulher gostosona para dar muito prazer aos homens. Finalmente ele conseguiu realizar o seu sonho. Agora, já um homem feito, aliás, uma mulher feita, o que já entrou e saiu de piças de todos os jeitos e tamanhos da sua bundinha gulosa não está no gibi. Lembra da primeira vez quando deu para o primo. O primo já fazia algum tempo que lançava olhares compridos de volúpia em direção a ele. O seu corpo de adolescente já mostrava algumas formas um pouco femininas. Até que um dia aconteceu: o primo entrou no seu quarto e, sem mais nem menos, tirou o caralho para fora e mandou ele/ela pegar. Ele obedeceu tremendo de nervosismo, medo e tesão. O pau do primo era curto e grosso. Estava duro como pedra e ele sentiu toda a sua gostosura na mão. O pau latejava de virilidade e tesão.

Agarrou as bolas e, instintivamente, ajoelhou-se e começou a lamber toda aquela maravilha. Das lambidas passou às chupadas e o primo gemia de tanto tesão. Mas o primo queria mais. Queria meter no rabinho dele. Ele também estava louco para sentir a rola dura no cuzinho apertado. Começaram a se agarrar e a se beijar e o primo baixou as suas calças e a sua cueca. Quando encostou o caralho na sua bundinha ele quase desmaiou de tesão e deu um gritinho. Ui!!! Não tinham gel lubrificante, o jeito era se virar com cuspe mesmo. Ele chupou o pau mais um pouco deixando-o com bastante saliva, passou saliva no cuzinho e virou a bundinha para o primo lhe comer. O pinto do primo era cabeçudo e quando entrou a cabeça ele sentiu dor. Muita dor. Mas a vontade de dar era tanta que pediu para o primo meter assim mesmo. O pau do primo era grosso e entrou rasgando as suas pregas. Ele/ela deu o rabinho durante uns 10 minutos (de quatro) e o primo não se aguentou mais. Explodiu num gozo fantástico enchendo o cuzinho dela (agora já era ela) de leite quentinho delicioso. A porra escorreu pela sua bundinha. A safadinha então, se sentiu mulher. Uma mulherzinha que sonhava em ter muitos paus e senti-los todinhos dentro do seu cuzinho e da sua bundinha.

Autor: Pitágoras da Silva _______________________________________________________________________________

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FANTASIA REALIZADA

Mário tinha uma fantasia há muito tempo. Já contava com quarenta e poucos anos, era casado e amava a mulher. Porém, aquela fantasia o perseguia e o acompanhava ocupando boa parte dos seus pensamentos. Era tão forte que chegava até sonhar que estava sendo comido por uma travesti. Num dia frio e cinzento Mário não resistiu. Visitou um site de acompanhantes travestis na internet e gostou da apresentação de uma boneca morena e novinha. Marcou o horário do programa, saiu mais cedo do trabalho, e lá se foi com o coração dando pinotes no peito.

O ambiente era discreto, acolhedor e quentinho. A linda boneca o recebeu toda carinhosa e gentil. Mário sentiu-se em casa. O nervosismo foi dando lugar a uma gostosa sensação de estar no lugar certo na hora certa. Ela vestia uma lingerie verde que realçava as suas formas de menina menino com um troço gostoso no meio das coxas lindas. Eles se beijaram, se chuparam, se lamberam e se acariciaram como se fossem velhos conhecidos. A química havia dado certo. A cama aconchegante era o seu destino e os dois caíram sobre ela com os corações a mil e os paus dando pulos de duros e faceiros.

Mário queria dar como mulherzinha para outra mulherzinha. Deitou de barriga pra cima, abriu as pernas e a deliciosa Christine começou a penetrá-lo com o seu belo dote de 19 cm. Mário sentiu dor, pois o seu cuzinho era virgem. Mas Christine era habilidosa. Botou primeiro a cabecinha e esperou Mário relaxar. Foi penetrando aos poucos e Mário foi relaxando mais, aguentando firme a dor. Até que a deliciosa boneca entrou todinha no seu rabinho guloso. Christine comeu Mário por 30 minutos. Foram 30 minutos de paraíso. Mário sentiu-se no céu. Que delícia ser enrabado por aquela linda “mulher”! Mário gozou como nunca. Era porra para tudo que era lado. Christine não perdeu nenhuma gotinha sequer. Lambeu e engoliu toda a porra de Mário junto com a sua, pois, afinal, também havia gozado como nunca por cima do pau e do saco do feliz macho que acabara de perder a virgindade no cuzinho.

Autor: Pitágoras da Silva

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Contos Eróticos - Travecus

DIÁLOGO PUTO PORNÔ ERÓTICO SAFADO

A boneca do meio:

– Ai, amigas, to passada. Que delícia pegar em dois paus e provar da língua desta safada na minha boquinha. Uuuuuiiiiii

A boneca da esquerda:

– Hummm, que saco gostoso, quero lamber este saco e botar os ovinhos na minha boquinha de puta.

A boneca da direita, com o seu lado ativo vindo com tudo:

– Que boca gostosa, vagabunda! Minha pica tá louquinha pra entrar no teu rabo. Vou te deixar de quatro e te penetrar gostoso.

A boneca do meio, com o seu lado passivo a mil:

– Aaaaaiiiiiiii, não aguento mais. Meu cu tá piscando. Quero esta rola gostosa toda dentro da minha bundinha. Aaaaiiiiiii, me come, amiga, me come….

Aí você imagina o resto… Este foi só o início de uma gostosa festa entre estas lindas.

Autor: Tibúrcio do Trabuco Curto

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Contos Eróticos - Travecus

BOQUINHA SATISFEITA E CU CARENTE

Naquela manhã nublada, caindo uma fina garoa, um pouco frio, a travesti Samanta dormia o sono dos anjos – ou das anjas – na sua cama quentinha e aconchegante. Fora dormir às 4:30h da madrugada. Na noite anterior havia saído com dois clientes. Um deles estava tão nervoso – era a primeira vez que traía a esposa com uma boneca – que não conseguira levantar o pau. Como ela era uma boneca muito atenciosa e gentil, gostava de que os seus clientes ficassem satisfeitos; a não ser, é claro, aqueles malas que não mereciam nenhuma consideração. Pois ela deu um jeito. Chupou o pinto mole do cidadão já entrado em anos. Chupou, lambeu, esfregou na cara, nos peitos, beijou… enfim, deu aquele trato na piroca do velho que o dita cuja conseguiu levantar um pouco. A bandeira ficou a meio mastro. Embora o pau não estivesse totalmente duro, o velho gemia de tesão. Samanta também estava muito excitada por ver que estava proporcionando prazer àquele homem. Ela era bem dotada e o seu pau estava totalmente duro. A deliciosa Samanta se virou para que o velho agarrasse o seu caralho. Quem sabe ele se animasse também a chupá-lo? Mas o velho não teve coragem para tanto, apenas agarrava com muita gana a bela piça de Samanta.

E Samanta chupava e lambia com muito desejo. De vez em quando passava a língua nas bolas do macho; ele delirava de tesão. E assim foi uns bons 15 minutos até que o velho não aguentou tanto estímulo de tão habilidosa e carinhosa boca e veio com tudo. Gozou como nunca havia gozado antes, nem nos seus melhores momentos, quando a sua esposa ainda era jovem e bonita. Foi tanto leite que parecia que ele iria se acabar no meio de tanta porra. Samanta adorava leitinho na boca. Ela tomou tudinho, até a última gota. Já era quase meio dia. Ela  acordou e lembrou de tudo o que havia ocorrido. Deu um sorriso safado e sentiu novamente o gosto da porra do pau semi duro do velho gostoso. Se virou na cama, se espreguiçou, estava peladinha. O seu pauzão já estava duro com a lembrança. Estendeu a mão e pegou o seu vibrador, companheiro de todas as horas, pois não havia dado o cu na noite anterior. O outro cliente também não tinha conseguido comê-la, ela é que o comeu. A sua boquinha estava satisfeita, mas o seu cu estava carente. Somente o seu vibrador poderia quebrar o galho. Passou lubrificante no cu, enfiou tudo no seu rabo e fantasiou que o velho estava fodendo a sua bundinha.

Autor: Pitágoras da Silva

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PARTICIPE DO TRAVECUS MANDANDO A SUA IDEIA

Se você gosta de contos eróticos sobre o universo das travestis, mande a sua sugestão, a sua ideia, que os nossos autores Pitágoras da Silva, Kellen Kern Pinto e Tibúrcio do Trabuco Curto terão muito prazer – mas prazer mesmo, de ficarem com o pau duro e com o cu piscando – em escrever sobre o tema sugerido. É uma delícia, né, ouvir histórias e contar histórias sobre estas belas e gostosas moças pauzudas fodendo, amando, gemendo nas rolas dos machos e fodendo os rabos das amigas travas, dos seus machos putos, e bucetas e cus de mulheres gostosas e vadias. É puro tesão  na veia. Então, se você for maior de 18 anos (quer seja homem, mulher, casal ou travesti), fique à vontade para mandar a sua sugestão de tema. O seu email não será divulgado, prezamos muito a discrição, a ética e a honestidade. Nossos beijos safados nos cus, nas picas, nos peitos, nas bucetas e nas bocas de vocês, lindos e lindas!

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